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Senado dos EUA toma medidas drásticas contra rendimento passivo em stablecoins!

Alerta: Novas Regras nos EUA Podem Despedaçar Seus Retornos em Stablecoins!

Nos últimos dias, o Senado dos Estados Unidos deu um passo significativo ao avançar com um projeto que potencialmente pode transformar o jogo das stablecoins. Essa nova legislação veda explicitamente o pagamento de juros sobre os saldos ociosos de stablecoins. Para quem aposta neste segmento, as notícias são alarmantes!

O que muda com a nova proposta do Senado?

A proposta em pauta estabelece, de maneira clara, que emissores regulados estão proibidos de oferecer rendimento passivo para quem simplesmente mantém stablecoins atreladas ao dólar. Com isso, apenas podem ser concedidas recompensas vinculadas a ações específicas, como liquidez e transações.

Esta mudança afeta diretamente brasileiros que utilizam stablecoins, como USDC e PYUSD, em protocolos globais de finanças descentralizadas (DeFi). O que antes representava uma alternativa robusta a contas remuneradas em moeda tradicional agora se limita a funções básicas de pagamento e reserva de valor.

Regulação cripto no Senado intensifica pressão do setor bancário

O avanço dessa regulação não veio do nada. Durante muito tempo, o setor bancário americano fez lobby pesado, levantando preocupações sobre a possibilidade de que as stablecoins drenassem depósitos tradicionais. Bancos argumentam que taxas mais competitivas nesses ativos digitais poderiam desviar bilhões de dólares do sistema bancário para emissores de criptomoedas.

Essa discussão já havia surgido em projetos anteriores e sinaliza que a intenção do governo dos EUA é integrar as stablecoins ao sistema financeiro de forma controlada, eliminando qualquer tipo de competição direta com bancos.

Impactos diretos no DeFi e nos investidores brasileiros

Para os brasileiros que investem em stablecoins, a notícia não é positiva. A prática comum de usar esses ativos como proteção contra a volatilidade do real e como fonte de rendimento está prestes a ser drasticamente alterada. A restrição ao rendimento passivo vai forçar muitos protocolos DeFi a mudarem suas estratégias, optando por modelos mais complexos atrelados à liquidez ativa, o que pode significar menos retornos e um aumento significativo no risco operacional.

Desafios e riscos de implementação

Apesar do movimento no Senado, a proposta ainda pode passar por emendas e enfrenta resistência de grupos que defendem os direitos dos investidores em criptomoedas. Uma mobilização em 2025 registrou cerca de 250 mil cartas solicitando a manutenção do direito ao rendimento sobre stablecoins.

Além disso, a implementação da nova regra pode variar conforme a jurisdição. Isso abre portas para emissores offshore e alternativas fora dos EUA, o que poderia reduzir o impacto direto sobre investidores brasileiros. No entanto, a real preocupação não é tanto com o preço das stablecoins, mas sim com a diminuição das oportunidades de renda em dólar.

No curto prazo, todos os olhos estão voltados para as próximas etapas dessa legislação. No longo prazo, fica evidente: o conceito de stablecoins como uma fonte fácil de rendimento pode se tornar uma memória distante, enquanto estes ativos se consolidam como uma infraestrutura de pagamentos.

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