Gerdau à beira do abismo? Itaú BBA retira selo de compra e revela surpresa secreta!
O Que Aconteceu com as Ações da Gerdau? Rumores de Rebaixamento Indicando um Cenário Preocupante!
Rebaixações e o Fim da Corrida: O Que Mudou para Gerdau (GGBR4)?
Depois de uma impressionante valorização de quase 30% na bolsa brasileira nos últimos seis meses, as ações da Gerdau (GGBR4) agora enfrentam uma onda de incertezas. O Itaú BBA decidiu reclassificar a siderúrgica, retirando o “selo de compra” e rebaixando a recomendação para market perform (equivalente à neutra). O preço-alvo para 2026 foi mantido em R$ 24, mas muitos se perguntam: o que causou essa reavaliação?
Gatilhos de Preocupação: Valoração e Concorrência Aumentada
Os analistas do Itaú BBA apontam que o principal motivo para a mudança é o valuation. Após um forte aumento, o espaço para novas altas parece limitado devido a riscos de execução e incertezas econômicas. Embora o fluxo de caixa livre (FCF) projetado seja considerado "decente", ele não é suficiente para justificar uma visão mais otimista neste momento.
O Cenário Macroeconômico: Brasil em Foco
O Brasil continua sendo a maior preocupação para a Gerdau, conforme avaliado pelo Itaú BBA. A concorrência intensa de produtos importados e a expansão da capacidade produtiva de concorrentes locais pressionam a rentabilidade da empresa. Os resultados do quarto trimestre de 2025 e as projeções para o primeiro trimestre de 2026 mostram um ambiente desafiador, com margens se comprimindo devido a volumes reduzidos e aumentos de custos.
Resistência em Meio ao Desgaste: Expectativas do Mercado
Mesmo que a Gerdau tente ajustar os preços, o cenário no curto prazo indica um desgaste considerável das margens. A expectativa é de que os resultados fiquem aquém das expectativas, intensificando as dúvidas sobre o futuro da empresa no setor.
Contexto Econômico: O Que Sustentará os Resultados da Gerdau?
Projetos de Redução de Custos: A Luz no Fim do Túnel?
O banco projeta que a economia de cerca de R$ 400 milhões com o projeto Miguel Burnier, previsto para avançar no segundo semestre de 2026, poderá ajudar a sustentar a margem Ebitda da Gerdau no Brasil, perto de 10%. Contudo, a realidade é que a América do Norte deverá continuar sendo a principal fonte de resultados positivos.
Desempenho Americano: Um Contraponto às Dificuldades Locais
A sazonalidade favorável e preços elevados do aço acumulam expectativas de margens Ebitda acima de 23% na América do Norte para o primeiro trimestre de 2026. Essa performance ajuda a compensar a revisão de baixa no Brasil, garantindo que a projeção consolidada se mantenha estável, mas a incerteza sobre a revisão do USMCA pode criar novas preocupações.
Potenciais Catalisadores para GGBR4: O Que Vem a Seguir?
O Olhar para a Listagem das Operações Americanas
Uma possível listagem das operações da Gerdau nos Estados Unidos é vista como um potencial catalisador para desbloquear valor. Segundo o Itaú BBA, os múltiplos das operações norte-americanas estão entre 4,0 e 4,5 vezes, cerca de 50% a 55% abaixo da média das empresas americanas no setor. Tal movimentação poderá ampliar a base de investidores e mitigar o desconto atual.
Desfaçatez: Ativos Não Essenciais como Fonte de Capital
Outra forma de geração de valor seria a venda de ativos florestais não essenciais, uma estratégia que poderia levantar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão. A Gerdau possui cerca de 220 mil hectares de terras, principalmente em Minas Gerais, o que poderia proporcionar um fôlego financeiro inesperado.
Análise Final: O Que Esperar das Ações da Gerdau?
A trajetória das ações da Gerdau (GGBR4) passa por um momento crítico, marcado por desafios locais e oportunidades potenciais no mercado americano. A troca de recomendação e os constantes desafios do setor siderúrgico indicam a necessidade de cautela para os investidores.
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