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FII Fatura R$ 3,6 Milhões ao Vender Imóvel à Caixa; Descubra os Detalhes!

Urgente: FII RBVA11 Adota Nova Estratégia e Promete Retornos Impactantes!

O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) está mudando radicalmente sua abordagem e já vendeu mais um imóvel crucial. Desta vez, o alvo da transação foi a Caixa Econômica Federal, e os detalhes são alarmantes para quem acompanha o mercado imobiliário.

Venda de Imóvel Estratégico ao Setor Bancário

Na manhã de 13 de setembro, a Rio Bravo anunciou a venda do empreendimento Senador Queiroz, situado em São Paulo. Este local era majoritariamente ocupado pela Caixa, que usava 80% da área. O valor total da transação chegou a R$ 10,5 milhões, o que representa impressionantes R$ 7.256,39 por metro quadrado.

Como a venda foi estruturada? O pagamento incluiu:

  • Entrada: R$ 5 milhões, já recebidos na data da escritura;
  • Cinco parcelas mensais de R$ 1 milhão cada;
  • Uma última parcela de R$ 500 mil.

A garantia para o recebimento das parcelas é feita mediante a venda fiduciária do imóvel ao FII.

Lucro Impressionante e Reforço de Caixa

A gestora do FII, Rio Bravo, revelou que a venda trouxe um lucro líquido de R$ 3,6 milhões. Esta operação resultou em uma taxa interna de retorno (TIR) de 15,4% ao ano, além de gerar R$ 4,58 milhões em liquidez imediata e R$ 5,5 milhões a receber. A importância desses resultados é clara: eles fortalecem o caixa do fundo, possibilitando novas operações e a amortização de dívidas.

A Rio Bravo declarou que essa recomposição de caixa é essencial para aumentar a flexibilidade e a capacidade de investimento do FII.

Mudança na Composição da Carteira: Menos Bancos, Mais Diversificação

É notável a estratégia arrojada do RBVA11 de reduzir a presença de bancos em sua carteira de inquilinos. Desde seu início, como um fundo focado exclusivamente em agências bancárias, a transformação começou em 2019, resultando na venda de 32 imóveis até o momento, totalizando R$ 309,6 milhões em vendas e um lucro acumulado de R$ 104 milhões.

A mortalha da diversificação é uma peça-chave. A exposição do fundo ao setor bancário foi reduzida para 21%, o que melhora a relação risco-retorno da carteira. Até 12% dos ativos do fundo ainda não estão alocados em nenhum imóvel. Entre os ativos alugados, destacam-se empresas como Cogna, GPA, Assaí, e grandes varejistas como Centauro, Pernambucanas e Renner.

Conclusão: O Que Esperar do RBVA11?

A reestruturação do RBVA11, com foco na diversificação e na melhora da liquidez, coloca o fundo em uma posição vantajosa para os novos tempos do mercado imobiliário.

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