Bancos Privados Superam BB e Arrecadam ‘Uma Ambev’ na B3 em 2025!
Grandes Bancos em Alta: R$ 220 Bilhões Recuperados na B3 em 2025! Entenda o Motivo
Os Três Gigantes da B3 Reagem e Estão de Volta ao Jogo
Os principais bancos privados do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander, conseguiram reverter uma queda significativa de R$ 110,8 bilhões em 2024, alcançando uma recuperação impressionante de R$ 220 bilhões em valor de mercado em 2025. O cenário otimista na Bolsa e a resiliência da economia nacional foram cruciais para essa virada. A recuperação superou até mesmo a capitalização do Banco do Brasil, que viu seu valor minguar em R$ 12,9 bilhões devido ao aumento da inadimplência, especialmente no agronegócio.
Itaú Unibanco: O Grande Vencedor
Com um crescimento de R$ 121,9 bilhões, o Itaú Unibanco liderou a recuperação do trio. A instituição manteve uma trajetória consistente de rentabilidade, com seu retorno sobre o patrimônio (RoE) batendo 24,2%. Apesar da Selic elevada em 15%, o banco se destacou na gestão de sua tesouraria e estabeleceu uma previsão de margem entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões. Essa performance mostra que, mesmo em tempos desafiadores, a prudência pode render frutos.
Santander: Lucros Retomam, Mas A Questão dos Juros Persiste
O Santander também fez sua parte, registrando um lucro trimestral acima de R$ 4 bilhões após mais de três anos sem essa marca. No entanto, a instituição enfrentou um revés com a NII (Net Interest Income) negativa, que superou R$ 1 bilhão, impactada pela alta do CDI. O aumento dos juros pressionou seus ativos, mas a resposta do mercado foi positiva, resultando em um aumento de R$ 36,9 bilhões no valor de mercado do banco.
Bradesco: Avanços Em Passos Firmes
O Bradesco, que está em meio a um plano de transformação estratégica de cinco anos, experimentou um acréscimo de R$ 60,8 bilhões na Bolsa. Com um RoE de 14,7%, ainda aquém do objetivo de 20%, o banco continua a apostar em seu "step by step". Este crescimento gradual busca consolidar a posição do Bradesco em um mercado cada vez mais competitivo.
Banco do Brasil: Desafios em um Cenário Turbulento
Em contraste, o Banco do Brasil enfrentou tempestades devido à deterioração da qualidade de crédito, especialmente no agronegócio, onde a inadimplência saltou de 2,45% para 5,34% em apenas um ano. A gestão do banco projeta uma virada a partir de 2026 com um ambicioso programa de renegociação de dívidas de R$ 24 bilhões. Porém, analistas permanecem céticos quanto à velocidade dessa recuperação.
Nubank: A Fintech que Não Para de Crescer
A ascensão do Nubank também impacta os grandes bancos. Com um crescimento impressionante de 63% na bolsa americana, a fintech alcançou um valor de mercado de US$ 82 bilhões. Esse sucesso é atribuído à expansão das operações no México e à eficiente gestão na concessão de crédito, impulsionada por tecnologias de inteligência artificial. O movimento deixou os bancos tradicionais em alerta, lutando para manter sua relevância.
Expectativas para 2026: Cortes de Juros em Vista
O ano de 2026 promete surpresas: esperam-se cortes de juros que podem trazer um alívio ao setor financeiro. Mesmo assim, a cautela ainda será a palavra de ordem. As incertezas políticas e a política monetária restritiva podem limitar a disposição dos bancos em arriscar com segmentos mais vulneráveis, como a baixa renda e pequenas e médias empresas. Apesar disso, a previsão é de que o setor mantenha uma rentabilidade histórica, entre 15% e 16%.
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