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Revolução L2: Base Domina com SocialFi, Memecoins e IA e Impacta Ethereum!

Alerta: A Revolução da Base Está Transformando o Cenário do Ethereum — Não fique de fora!

A Base, a inovadora rede de segunda camada (Layer 2) nascida sob a tutela da Coinbase, deu um passo gigantesco rumo à liderança no universo Ethereum. Com receitas impressionantes de US$ 92 milhões (aproximadamente R$ 533 milhões) em 2024, a Base superou concorrentes renomados e agora ostenta um Valor Total Bloqueado (TVL) de mais de US$ 6 bilhões (cerca de R$ 34,8 bilhões). Este é um marco que redefine a escalabilidade no Ethereum e deve ser urgentemente analisado por todos os investidores!

O Que Impulsionou Essa Ascensão Surpreendente?

A trajetória meteórica da Base não é um mero acidente; ela é resultado de uma estratégia bem delineada. Lançada com a tecnologia OP Stack, a Base aproveitou a sólida base de 110 milhões de usuários da Coinbase, facilitando a entrada de novos investidores em um universo DeFi em plena expansão. Recentemente, a rede começou a desenvolver uma infraestrutura interna própria, buscando autonomia técnica e atualizações mais eficientes.

Este sucesso se dá em um contexto de fragmentação de liquidez entre concorrentes. O fenômeno “Onchain Summer” e plataformas como Friend.tech mostraram a capacidade da Base em processar grandes volumes com custos reduzidos. A atual narrativa agora inclui negociações de memecoins e tokens de inteligência artificial, consolidando a posição da rede no topo das métricas de atividade.

Dados e Métricas: O que Comprova este Dominio?

A Base não conquistou sua liderança à toa. Vamos aos dados concretos que a destacam das rivais como Arbitrum e Optimism:

  • Domínio de Receita: Num setor de L2 que arrecadou US$ 277 milhões em 2024, a Base isoladamente capturou US$ 92 milhões, superando a Arbitrum em 41%.

  • Volume Recorde: Com impressionantes 8,8 milhões de transações diárias no final de 2024, impulsionadas pela negociação de cbBTC e atividades de agentes de IA, o volume é inegavelmente alto.

  • Mudança Estratégica: A recente decisão da Base em abandonar parcialmente a dependência do OP Stack em favor de um sistema interno é uma movimentação estratégica, alterando a dinâmica de colaboração anterior.

  • Taxas e Lucratividade: Em janeiro de 2025, a Base capturou 70% de todas as taxas das L2s do Ethereum, gerando cerca de US$ 147 mil (R$ 850 mil) por dia, enquanto a maioria das outras redes arrecadou menos de US$ 5 mil.

Esse fluxo de atividade impacta o mercado, com concorrentes como a Optimism enfrentando quedas significativas devido à preferência dos usuários pela infraestrutura da Coinbase.

O Que Isso Significa Para o Investidor Brasileiro?

O domínio da Base representa uma onda de novas oportunidades para os investidores brasileiros. A liquidez e as estratégias especulativas, especialmente em memecoins e tokens de IA, estão se concentrando aqui. Diferente de outras redes, a Base oferece uma experiência simplificada, com taxas de transação com valores que muitas vezes não ultrapassam centavos de Real (BRL). Essa acessibilidade democratiza o acesso a estratégias financeiras avançadas.

Além disso, o crescimento da Base reforça a posição do Ethereum como a principal camada de liquidação global. É imperativo lembrar do roadmap do Ethereum, que visa melhorar a recuperação do ETH até 2026; a evolução das L2s eficientes faz parte dessa narrativa. Para os que operam no Brasil, usar a Base pode significar menores custos operacionais e uma antecipação nas tendências do mercado global.

Riscos e Fatores para Observar

Apesar dos números impressionantes, a centralização é uma questão crítica. A Coinbase ainda detém um controle considerável sobre a rede, embora esteja progredindo para uma maior descentralização através de novas implementações. A volatilidade associada a setores como memecoins e SocialFi apresenta riscos para investidores.

Com o mercado de L2 em constante evolução, novos concorrentes focados em aspectos como privacidade podem surgir. Recentemente, o token Aztec experimentou uma ascensão após sua listagem na Coreia do Sul, mostrando que a competição é acirrada. Investidores devem estar atentos para avaliar se a Base conseguirá manter sua liderança em um ambiente tão dinâmico, especialmente na ausência de um token nativo para atrair incentivos.

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