O cenário econômico está em xeque! A proposta de regulamentação do trabalho de entregadores pelo iFood pode provocar uma explosão de custos que impactará diretamente o setor e a sua conta no final do mês. Prepare-se: a situação pode mudar rapidamente e você precisa estar preparado!
O Projeto de Lei Complementar (PLP) 152/25 está prestes a ser votado na Câmara dos Deputados. Estima-se que a regulação pode trazer um custo previdenciário de R$ 500 milhões para o iFood em 2024. Essa movimentação no campo político promete alterar a dinâmica dos serviços de entrega como conhecemos.
Diego Barreto, CEO do iFood, adverte que a nova regulamentação pode elevar os custos operacionais. Em suas palavras, “com a regulamentação, os custos vão aumentar”, e isso significa reavaliar como os negócios funcionam. Barreto destaca que a insegurança jurídica gerada pela falta de uma regulamentação aprovada é um problema maior do que os custos adicionais que a nova lei pode trazer.
O novo parecer, assinado pelo deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), busca oferecer uma solução que preserva a autonomia dos trabalhadores. Com isso, espera-se que os entregadores possam gerenciar seu tempo e trabalhar em várias plataformas, mas essa abordagem também levanta questionamentos sobre o real vínculo empregatício.
A proposta inclui a definição de um salário por hora que será equivalente a 200% do salário mínimo brasileiro. Segundo Barreto, esse é um valor exorbitante se comparado a mercados como o chileno. É uma cobrança que pode inviabilizar as operações em um setor já bastante pressurizado.
Embora exista um discurso sobre a inclusão previdenciária, há preocupações sobre possíveis consequências diretas nos ganhos dos trabalhadores. Barreto alega que o piso por entrega pode causar um efeito cascata negativo, diminuindo o volume de pedidos e, consequentemente, a renda dos entregadores. O que se traduz em menos entregas e, claro, menos dinheiro no bolso.
O efeito da nova regulamentação não ficará restrito ao iFood. Restaurantes, especialmente os menores, estão na linha de frente das consequências. Barreto menciona que parte dos custos pode ser absorvida pelas plataformas, mas é inevitável que isso exija mais eficiência operacional de todos os envolvidos. Isso poderá resultar em ajustes de preços que afetam o consumidor final.
Barreto levanta preocupações sobre a atribuição de conflitos à Justiça do Trabalho, mesmo sem vínculo empregatício. Essa é uma janela para incertezas futuras que pode não apenas travar inovações, mas também aumentar a insegurança jurídica.
Na mais recente versão do projeto, foram retirados benefícios como adicional noturno e gratificação de fim de ano. Barreto afirma que o piso elevado já abrange essas variáveis, mas isso não ameniza a pressão que trabalhadores e empresas sentirão com as novas regras.
Em suma, o PLP 152/25 poderá transformar radicalmente o cenário das plataformas de entrega no Brasil e sua conta no fim do mês. Fique atento às mudanças e prepare-se para agir.
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