A revolução nas regras do crédito imobiliário está prestes a mudar tudo! Com a nova normativa que libera uma fatia maior dos depósitos da poupança para os financiamentos imobiliários, os lucros dos bancos podem disparar de forma impressionante. Isso não é apenas uma pequena alteração; é uma transformação que promete impactar a economia de maneira dramática!
Atualmente, 65% dos depósitos da poupança são direcionados para financiamento imobiliário, mas essa cifra deve aumentar gradualmente até atingir 100%. Essa mudança vai reduzir a quantidade de dinheiro que os bancos precisam manter como compulsório no Banco Central, dando liberdade para que eles aumentem a oferta de empréstimos.
E por que isso é tão relevante? Simples! Enquanto a poupança rende apenas 6,2% ao ano mais a taxa referencial (TR), os bancos estão lucrando cerca de 12% ao ano plus TR com os financiamentos imobiliários. Essa diferença, conhecida como spread, pode garantir um ganho assombroso aos bancos nos próximos anos.
Especialistas do BTG projetam que os bancos podem ver um aumento no lucro de 2 a 3% em uma década, à medida que essa mudança se operacionaliza. Estamos falando de cifras bilionárias! O Bradesco (BBDC4) pode ganhar 3%, enquanto o Itaú (ITUB4) e o Santander (SANB11) devem ver aumento de 2%. Mesmo que a transferência de recursos ocorra gradualmente, já em 2026 as expectativas são animadoras: 0,8% de aumento para o Bradesco e 0,6% para os concorrentes.
Mas nem tudo são flores! A trajetória dos juros básicos, a Selic, e as condições gerais da economia, podem impactar essa mudança de forma negativa no médio e longo prazo. E aqui começa a saga dos desafios!
Com as novas regras, 80% dos recursos oriundos da poupança vão para o SFH (Sistema Financeiro Habitacional), enquanto 20% ficam para o SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário). O SFH tem limite de preço para imóveis e taxa de juros máxima de 12% ao ano, enquanto no SFI essa negociação é mais flexível.
Nos próximos anos, espera-se que os depósitos na poupança cresçam pouco ou até diminuam. Isso representará um verdadeiro desafio para os bancos, que vão precisar captar recursos para atender à demanda de empréstimos do SFH. O grande problema? O custo para obter esses fundos está nas alturas! Com a Selic em níveis elevados, bancos podem precisar pagar juros altíssimos — entre 13% e 15% — para captá-los. E, se só puderem emprestar a 12% ao ano, muitos enfrentarão problemas sérios de lucratividade.
A nova dinâmica do crédito imobiliário é um campo de batalha onde os bancos buscam infraestrutura e recursos para maximizar os lucros. Entretanto, esse cenário não está livre de riscos. Em um ambiente econômico volátil, é crucial que você, consumidor, esteja atento às mudanças que podem impactar suas finanças pessoais.
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