Neste último sábado, um marco foi atingido: a assinatura do tratado entre o Mercosul e a União Europeia (UE) promete uma verdadeira revolução na economia brasileira. Com a previsão de aumentar o acesso ao mercado de importações mundiais, o Brasil verá seu potencial expandir de 8% para impressionantes 36%. Este acordo monumental, que estava em negociação há mais de 25 anos, visa impulsionar não apenas o comércio, mas também a indústria do país, criando novas oportunidades para milhares de brasileiros.
Após a assinatura, que ocorreu em Assunção, no Paraguai, a formalização do acordo representa uma virada estratégica para a indústria nacional. A análise da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que, uma vez em vigor, mais de 54,3% dos produtos negociados terão impostos zerados ao ingressarem na UE. Isso significa que um vasto leque de itens brasileiros ganhará acesso facilitado ao mercado europeu, potencializando as exportações.
O impacto imediato do acordo será sentido fortemente pelos exportadores brasileiros. Em 2024, espera-se que impressionantes 82,7% das exportações do Brasil para a UE possam entrar sem tarifa de importação. Em contrapartida, o Brasil comprometeu-se a zerar tarifas de apenas 15,1% das importações da Europa, o que evidencia uma diferença favorável ao país.
Após a assinatura, o tratado precisa passar pela ratificação do Parlamento Europeu e pelos congressos de cada país do Mercosul. A entrada em vigor do acordo depende da aprovação legislativa, com uma implementação gradual prevista ao longo dos próximos anos. Isso significa que, mesmo com as expectativas em alta, os efeitos diretos do acordo ainda levarão um tempo para serem sentidos.
A CNI revelou que, a cada R$ 1 bilhão em exportações para a UE, são criados aproximadamente 21,8 mil empregos, gerando um impacto significativo na massa salarial e na produção. O setor agroindustrial também está prestes a se beneficiar de forma acelerada com cotas que favorecem produtos estratégicos como a carne bovina e o arroz, expandindo o acesso ao mercado europeu além de suas atuais capacidades.
Além do comércio, o acordo traz oportunidades de inovação. A Unificação das normas europeias com as brasileiras pode acelerar projetos em pesquisa e desenvolvimento voltados à sustentabilidade. Isso inclui tecnologias para a descarbonização industrial e o fortalecimento da agroindústria, gerando um ambiente propício não apenas para a competitividade, mas para um Brasil mais sustentável.
As expectativas são altas, mas desafios permanecem. O Brasil terá, em média, oito anos a mais para se adequar às novas realidades tarifárias em comparação com a Europa. Essa transição gradual é fundamental para garantir que a indústria se modernize e consiga competir internacionalmente. A UE também se destaca como o maior investidor no Brasil, representando 31,6% do investimento estrangeiro produtivo no país. Trata-se de uma oportunidade de ouro para ver a economia nacional ser impulsionada.
O acordo Mercosul-UE representa um divisor de águas na integração do Brasil ao comércio global. As projeções são de um futuro brilhante, repleto de novas oportunidades na indústria e no comércio, impactando diretamente a criação de empregos e o desenvolvimento tecnológico.
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