A situação econômica no Irã é alarmante. Em 2026, o rial, a moeda oficial do país, enfrenta a devastação da hiperinflação, que destroça as economias dia após dia. As sanções internacionais somam-se a decisões desastrosas e à pressão geopolítica constante. A realidade é dura: todos os dias, as famílias acordam com menos dinheiro. A luta para adquirir o básico é uma batalha diária enquanto suas economias evaporam. Esse cenário, incrivelmente familiar, já foi vivido pelo Líbano.
O Líbano atingiu o caos quando os bancos congelaram as contas. A transformação das economias em moedas locais praticamente sem valor levou a um colapso. Mais de 90% das economias desapareceram. As filas nos caixas eletrônicos viraram campos de batalha. As remessas enviadas do exterior se tornaram a única salvação, mas até elas se tornaram difíceis de acessar, devido a taxas elevadas.
O Irã, por sua vez, enfrenta um desafio semelhante. As sanções cortam rotas comerciais essenciais, enquanto a inflação descontrolada faz a moeda nacional desvalorizar rapidamente. Em 2025, a atividade de criptomoedas no país alcançou impressionantes 8 bilhões de dólares. As pessoas estão transferindo Bitcoin rapidamente para carteiras pessoais, temendo congelamentos ou quedas ainda maiores. Até o Banco Central está adquirindo stablecoins, como a Tether, para se proteger das restrições.
No Líbano, a mudança de atitude foi rápida. A população que antes ignorava o Bitcoin agora o vê como a única alternativa viável. As transações peer-to-peer dispararam, especialmente em grupos no Telegram. Sem a necessidade de bancos, as remessas chegavam limpas e lojas locais começaram a aceitar criptomoedas como forma de pagamento.
Os bancos não apenas restringiram os saques; começaram a descontar os depósitos de maneira abrupta. Os dólares prometidos se transformaram em moeda local com valor quase nulo. A confiança nos sistemas financeiros desapareceu da noite para o dia. Aqueles que planejaram cuidadosamente perderam economias de aposentadoria, capital de negócios e anos de trabalho duro.
O Bitcoin apresentou uma solução. Para aqueles que detinham criptomoedas, a possibilidade de manter um ativo intocável por políticas inflacionárias se tornou uma âncora. O controle real vem da posse das chaves em carteiras de hardware. As transações foram validadas diretamente, sem intermediários. Apesar das oscilações, a criptomoeda provou ser um refúgio muito mais seguro do que a moeda local.
Apesar da brutalidade da situação, os desafios continuaram reais. A falta de energia elétrica e a instabilidade da internet eram comuns. Fora de Beirute, a liquidez era escassa. Muitos que se aventuraram nas criptomoedas sofreram perdas devido a serviços desonestos. No entanto, grupos de apoio e comunidades surgiram rapidamente, ensinando as melhores práticas para garantir a segurança das criptomoedas. A crise forçou um aprendizado acelerado, e uma lição ficou clara: depender de terceiros para guardar Bitcoin oferece riscos reais.
O Irã está seguindo um caminho preocupante. As manifestações sinalizam um descontentamento crescente. O rial continua sua descida vertiginosa. Dados em blockchain sugerem que os cidadãos estão adotando a autocustódia para evitar apreensões e a inflação descontrolada.
Os sinais do governo são confusos. As restrições ao mineramento de criptomoedas se confrontam com tentativas de usar a tecnologia para importações. Para a população, porém, o Bitcoin é simples: nenhuma entidade controla as transferências, e o valor se mantém fora do alcance estatal. As stablecoins funcionam para as compras diárias, enquanto o Bitcoin se torna o ativo para poupança.
Práticas que foram eficientes no Líbano podem ser replicadas no Irã. A primeira ação? Encontrar uma carteira não custodiante confiável e fazer um backup da frase de recuperação. Criar uma rede de contatos para transações peer-to-peer é vital. Essas estratégias foram fundamentais para que os libaneses sobrevivessem ao pior. Elas oferecem a mesma oportunidade ao povo iraniano.
As barreiras ainda existem: normas que mudam constantemente, interrupções na internet e flutuações de preços. No entanto, depender de uma moeda que está em colapso é ainda mais arriscado. O Líbano mostrou que aguardar soluções governamentais raramente é eficaz. Ação precoce salvou o que pôde ser salvo.
A experiência do Líbano e do Irã expõe como rapidamente a confiança no sistema financeiro centralizado pode falhar. A impressão excessiva de moeda, o bloqueio de contas e o isolamento econômico fazem com que cidadãos comuns paguem o preço. O Bitcoin muda essa dinâmica: nenhuma autorização necessária, nenhum risco alheio se as chaves estiverem em suas mãos.
O colapso na economia libanesa alterou para sempre seu cenário financeiro. O dinheiro passou a ser visto como uma ferramenta de sobrevivência, obrigando cidadãos a compreenderem o que realmente significa a posse. O Irã agora enfrenta essa mesma lição. Depender de bancos falidos ou adotar uma ferramenta que devolve o poder ao cidadão?
A queda acentuada do rial indica mais do que problemas financeiros. Ela sinaliza uma oportunidade de mudança. Os libaneses se tornaram resilientes e aprenderam o valor da verdadeira posse. O Irã também possui essa abertura. É hora de agir antes que mais valor se perca. Verifique tudo por você mesmo. Crie sua reserva. Proteja suas chaves. Construa sua liberdade, um satoshi de cada vez.
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