As ações da Azul (AZUL4) viveram uma montanha-russa nesta terça-feira! Após despencar quase 12% pela manhã, os papéis da companhia aérea conseguiram reduzir as perdas à tarde, impulsionados por declarações otimistas do CEO, John Rodgerson, durante uma entrevista.
Rodgerson assegurou que a Azul projeta voltar ao lucro em até dois anos. Esse retorno à saúde financeira será consequência da drástica redução da dívida, resultado do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, e de uma renegociação eficaz de contratos de leasing de aeronaves.
Na última sexta-feira, a Azul conseguiu autorização judicial para sair do Chapter 11, um mecanismo que permite a reestruturação de dívidas enquanto a empresa continua a operar. Com isso, as obrigações da companhia estão sendo cortadas em mais de US$ 2,6 bilhões.
Adiantar-se agora é essencial! O plano de reestruturação ainda inclui a captação de até US$ 950 milhões através de novos investimentos, principalmente da United Airlines e da American Airlines. Cada uma aportou US$ 100 milhões, garantindo uma fatia de 8,5% do novo capital da Azul após a conclusão do processo.
Com a redução considerável da dívida, a Azul deverá economizar aproximadamente US$ 200 milhões anualmente em juros, permitindo que a empresa saia dessa reestruturação muito mais robusta. Rodgerson enfatizou que a companhia estará pronta para uma fase de crescimento mais moderada, focando inicialmente no mercado doméstico e expandindo os voos para os EUA, especialmente em função da Copa do Mundo do próximo ano.
Outro ponto positivo? A Azul está se aliando a aéreas norte-americanas para oferecer voos codeshare que permitirão o acesso a mais de 100 destinos no Brasil. E, por mais que a fiscalização de imigração nos Estados Unidos aumente, a demanda por viagens dos brasileiros para lá continua firme!
Apesar do cenário otimista esboçado pela companhia, analistas do Bradesco BBI alertam para uma potencial diluição significativa dos atuais acionistas da Azul. Com a conversão das dívidas, os atuais detentores de notas 1L terão cerca de 97% da empresa, enquanto os acionistas minoritários podem ver sua participação reduzida drasticamente.
Os passos seguintes do plano incluem:
E a cereja do bolo: as novas ações devem ser emitidas com um discount de 30% sobre o valor patrimonial, resultando em uma diluição que pode superar 80% da participação atual dos acionistas. Isso mudará radicalmente a estrutura da Azul!
O cenário financeiro da Azul está em transformação. É uma corrida contra o tempo! Com tantas mudanças à vista, a pergunta que fica é: você está preparado para ajustar suas estratégias financeiras? O mercado é impiedoso, e só quem se antecipa sobre as movimentações consegue realmente prosperar.
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