As atenções estão todas voltadas para o Banco Central: a previsão é de que os cortes na taxa de juros comecem entre janeiro e março do próximo ano e, pasmem, podem ser mais intensos do que o esperado! Analisando as palavras de Bruno Serra, ex-diretor de Política Monetária do BC, a expectativa é de diminuições que podem variar de 0,50 a impressionantes 1 ponto porcentual por reunião ao longo do ano, culminando com a Selic em 11% até o fim de 2026.
Serra destacou que um corte em janeiro ou março poderia ser visto como algo trivial se não houver movimento nos próximos meses. E, se até abril a Selic não cair? Segundo ele, isso será um erro clamoroso do Banco Central! Com a inflação projetada em 3,2% para os próximos 18 meses, o cenário atual exige ações. Estamos falando de uma inflação ao redor da meta, cenário perfeito para o Copom agir.
Serra apimentou as discussões ao afirmar que se a inflação estiver em torno de 3% com expectativas um pouco acima, será hora do BC entrar em ação. O ambiente é tenso: empregos em declínio, um PIB crescendo em torno de 1,5%, e uma Selic estratosférica de 15% ao ano. Em cenário eleitoral, as vibe estão mais do que agitadas.
As condições estão perfeitamente alinhadas para o corte de juros em janeiro, caso o cenário se mantenha minimamente favorável. Serra reforçou que há espaço para as expectativas de inflação caírem ainda mais — uma sinalização clara de que o momento de agir é AGORA! Se o corte começar em março, beleza. Mas se postergar, isso pode ser um sinal de que estamos se perdendo no caminho!
Serra não deixa dúvidas: o verdadeiro risco agora é a queda na atividade econômica. Há três anos, o mercado tem subestimado o crescimento, apresentando projecções a baixo do esperado. E este ano pode ser o primeiro em que as expectativas vão se materializar. O que acontece em 2024, se o mercado continuar errando nas projeções? A resposta está nas mãos do BC!
E se estamos falando de juros, Serra traz uma visão clara sobre o futuro: no pior cenário, a Selic pode terminar o ano em 11%. Entretanto, em um cenário eleitoral positivo, ela poderia cair entre 8,5% e 9% ao ano, bem próxima do juro neutro, que considera inflação e juro real em 5%. A atenção necessária é a de sempre: como a política monetária vai se comportar diante dessas oscilações?
Serra também elogiou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmando que a sua trajetória tem mostrado independência e, mais importante, competência em controlar a inflação. O desafio de Galípolo nas duas primeiras atuações foi superado e agora, a discussão sobre expectativas de inflação está longe de ser um problema — pelo menos por ora!
Com as eleições se aproximando, as apostas nos erros do futuro governo se tornam inevitáveis. Serra acredita que, caso Lula seja reeleito, deve haver uma cautela nas decisões iniciais do novo governo para garantir um melhor desempenho no fim do mandato. Isso ocorre pois o clima eleitoral sempre impacta a economia.
Serra é claro: a queda dos juros será um divisor de águas para estratégias de investimento, como acontece com seu fundo multimercado, o Itaú Janeiro. O foco é claro: tirar proveito da redução da Selic. Ele está apostando nesta direção e, com certeza, não é para ficar parado!
O cenário para 2024 está bombando e as mudanças iminentes na política monetária exigem que você esteja pronto. Afinal, o controle da sua vida financeira pode depender das decisões que estão prestes a ser tomadas pelo Banco Central!
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