O PicPay (PICS) finalmente deu o seu primeiro passo no mercado americano com a estreia na Nasdaq, mas o que parecia uma nova era de oportunidades rapidamente se transformou em um pesadelo para investidores. O primeiro dia de negociação, realizado em 29 de janeiro, não trouxe o sucesso esperado. Desde então, as ações caíram impressionantes 18%. O que exatamente está acontecendo e como isso pode impactar seu portfólio?
A empresa levantou impressionantes US$ 500 milhões, realizando a oferta pública no topo da faixa indicativa, que variava entre US$ 16 a US$ 19. No entanto, o desempenho abaixo das expectativas alterou o que poderia ter sido um marco positivo para o setor de tecnologia no Brasil.
O cenário global também não ajudou. O sentimento pessimista que dominou as ações de tecnologia em outros mercados influenciou a percepção do PicPay, prejudicando o preço das ações logo de início. Essa conjuntura provocou um questionamento de credibilidade. O que está por trás dessa linha de raciocínio?
Os investidores que esperavam uma reprecificação rápida e lucrativa, embasados principalmente na promessa de crescimento acelerado, se sentiram traídos. A narrativa de que o PicPay poderia rapidamente alcançar o status de empresas globais de tecnologia se esvaiu, deixando muitos perplexos diante da queda.
Diversos analistas notaram que o múltiplo implícito poderia ser convincente para quem não perdeu a confiança. Mas a vulnerabilidade da empresa diante do aumento da inadimplência e a necessidade de acelerar a concessão de crédito trouxeram riscos inegáveis à tona.
O Citi, em uma estratégia ousada, iniciou a cobertura das ações com uma recomendação de compra e um preço-alvo de US$ 28, sugerindo um potencial de valorização de 73%. Entretanto, essa previsão é sustentada pela expectativa de crescimento da rentabilidade com a expansão da base de clientes e o aumento na concessão de crédito.
Apesar da carteira de crédito do PicPay ser modesta, sua possibilidade de crescimento não deve ser subestimada. A empresa possui uma participação de mercado de apenas 0,5% entre pessoas físicas, e as métricas prometem ser mantidas sob controle. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) projetado é de 20% para 2026 e 31% para 2027, se a trajetória crescer conforme previsto.
Diante dessa montanha-russa econômica, a necessidade de uma gestão financeira inteligente e controlada se torna ainda mais vital. Os investidores precisam reavaliar suas estratégias e acompanhar de perto as movimentações do PicPay, que pretende utilizar os recursos captados para alavancar seu negócio em diversos setores, incluindo a aquisição da Kovr Seguradora.
A urgência em reassessment e a busca por ferramentas que permitam um controle financeiro mais rigoroso se torna iminente.
As oscilações provocadas pela estreia do PicPay são um alerta. Em tempos de incerteza econômica, manter suas finanças organizadas não é apenas um diferencial, é essencial.
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