Nos últimos anos, o minério de ferro ganhou destaque absoluto no universo econômico. Este ativo está diretamente ligado à performance da Vale (VALE3), e as manchetes do mercado falam em quedas drásticas de preços, impulsionadas por uma suposta desaceleração da demanda. Mas, será que essa narrativa se sustentará?
🥵 A CHINA NÃO PARA!
A economia chinesa, frequentemente vista como o motor do minério de ferro, não tem dado sinais de fraqueza. O crescimento da indústria siderúrgica por lá continua a surpreender, superando as expectativas e mantendo a commodity em alta. Em dezembro, a mina de Simandou, na Guiné, fez sua estreia no comércio, mas ignorou a previsão de destruição de preços. Acontece que os preços mantêm-se acima dos US$ 100 por tonelada—um sinal claro de robustez.
O analista Ruy Hungria, da Empiricus Research, traz à tona uma perspectiva intrigante. O cenário que muitos consideravam promissor para os pessimistas tem razões para ser revisto. Vamos a elas:
Eventos Climáticos Extremos: Desastres naturais, como ciclones na Austrália, impactaram a produção e a logística, diminuindo a oferta global.
Escassez de Sucata: A disponibilidade de sucata está abaixo do esperado, devido ao maior tempo de vida dos produtos, o que reduz a fonte secundaria de matéria-prima para a indústria.
Um dado alarmante: as minas em operação estão se esgotando a uma velocidade alarmante. Projeções da mineradora Rio Tinto indicam um déficit anual de 650 Megatoneladas até 2035! Essa situação não apenas desafia a crença na sobreoferta, mas também sugere que a escassez pode estar ao nosso redor em um futuro próximo.
Para aqueles que apostam em quedas, Hungria avisa: os ventos sopram a favor de valorização! Se as projeções da Rio Tinto estiverem certas, a década que se inicia pode trazer uma transformação significativa na relação entre oferta e demanda. Assim, prepare-se: os preços do minério de ferro podem começar a reagir a essa nova realidade!
Mesmo em uma atmosfera de incertezas, a Vale não ficou parada. De fato, a mineradora distribuiu US$ 3,4 bilhões aos seus acionistas em 2025! E isso equivale a um dividend yield de aproximadamente 6%—mais do que atraente para quem busca trazer estabilidade ao portfólio.
Para o ano de 2026, as previsões vão além. As expectativas são de que a Vale siga em conjunto com a valorização do minério, podendo resultar em dividendos ainda mais robustos. Segundo a Bloomberg, a estimativa de dividend yield pode alcançar 7,5%.
E as ações da Vale? Estão em alta! Com valorização estimada acima de 30% em 2025, a companhia já se prepara para distribuir proventos ainda mais substanciais.
Vale não é a única que deve brilhar com dividendos. O analista Ruy Hungria está sempre de olhos atentos a novas oportunidades em sua carteira de investimentos focada em ações valorizadas, os famosos “Vacas Leiteiras”.
Se você quer se informar melhor sobre onde investir, aproveite para conhecer séries específicas como a das “Vacas Leiteiras”, que visam encontrar ações que garantem bons dividendos e até mesmo isenção de Imposto de Renda.
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