A ação da Vale (VALE3) atravessou a barreira dos R$ 70, uma marca que não era vista desde fevereiro de 2023, e já acumula um crescimento de quase 40% neste ano. O que isso significa para você? Simples: uma oportunidade única para maximizar seus investimentos em commodities!
Com a valorização acentuada, a Vale se tornou o destaque entre os investidores, de acordo com o Itaú BBA. Mas fique alerta! Enquanto isso, o UBS BB se afastou da mineradora, removendo a ação de suas preferências. O que está por trás dessa mudança?
Em março, o UBS BB tinha uma visão otimista, acreditando que a Vale estava prestes a experimentar um “turnaround” operacional, prevendo aumento de volumes e uma significativa redução de custos. No entanto, essa expectativa rápida levanta uma bandeira vermelha: o desconto histórico das ações pode já estar precificado.
Os analistas do banco suíço afirmam que o retorno sobre o fluxo de caixa livre (FCF) da Vale agora está alinhado ao de suas concorrentes, como Fortescue e Rio Tinto — todos considerados com o minério de ferro a US$ 96 por tonelada. Portanto, se você quer entrar nessa corrida, é bom agir rápido!
Os números projetados para 2026 são intrigantes, com a Vale esperando um Ebitda de US$ 14,9 bilhões e um fluxo de caixa livre de US$ 3,65 bilhões. Contudo, muitos especialistas alertam que esses números podem não se concretizar devido a diversas incertezas, incluindo os preços do minério e a competição crescente.
O UBS BB considera que o re-rating da Vale já pode ter sido incorporado por investidores, indicando que a correção dos preços pode ser iminente. Portanto, quem estiver investindo precisa ter um plano.
A grande reviravolta? O UBS BB agora prioriza a Rio Tinto como sua escolha favorita. Com a mineradora australiana prevendo um crescimento no volume próximo a 3% ao ano e maior exposição a metais básicos, a mudança de foco pode afetar as projeções de longo prazo da Vale.
Apesar da troca de recomendação do UBS BB, os investidores em commodities ainda veem potencial na Vale. Segundo o Itaú BBA, a empresa está em seu melhor momento operacional desde o trágico desastre de Brumadinho, o que proporciona menos riscos nesta fase.
Entretanto, vale sempre lembrar: o futuro da ação dependerá crucialmente do comportamento dos preços do minério de ferro. Quaisquer variações podem impactar seu retorno.
A recomendação agora é de cautela. O desempenho da Vale pode não ser tão atraente se o fluxo de caixa livre se estabilizar entre 6% e 7%, dependendo da situação do minério de ferro em 2026. Isso faz com que muitos investidores reavaliem sua estratégia. Para quem tem um olhar sobre o longo prazo, o retorno de dividendos pode ser uma vantagem significativa.
Outros bancos, como o Banco do Brasil Investimentos, ainda mantêm recomendação de compra para a Vale, com preço-alvo ajustado de R$ 68 para R$ 75. Mesmo com a valorização limitada, a ação continua atraente devido ao retorno adicional pela distribuição de dividendos.
Com as oscilações do mercado, especialistas também observam um robusto perfil de crédito da Vale, que se traduz em segurança para os investidores. A Moody’s destacou que a empresa tem apresentado um low level de alavancagem e uma alta liquidez.
Entretanto, as incertezas permanecem, e qualquer declínio no preço do minério pode testar a resiliência da ação, colocando seus investidores à prova.
Com tantas mudanças e incertezas no cenário econômico, um planejamento adequado é essencial. Quer organizar sua vida financeira em meio a tudo isso? Conheça o Mentfy e assuma o controle. Experimente o Mentfy agora e enfrente os desafios do mercado com inteligência e estratégia!
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